terça-feira, 2 de março de 2010

Madeira


Parai o vosso choro plangente
Abrandai o uivo rouco do vento
Dai ao mar um novo sentimento
Que anime a vida dessa nobre gente…

Deixai crescer de novo a quimera
Mesmo feita de rugas e feridas
Dai a essas vidas tão doridas
Um chão feito de flores na Primavera,

Mãe terra, nossa vida e destino
Piedade! São pobres pescadores,
São teus filhos e estão num desatino!

Olhai que não são eles os senhores,
Que dia a dia te ferem sem tino
Vendendo por dinheiro os teus Amores.

5 comentários:

LMDP disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Maria Inês Teixeira de Queiroz Aguiar Marçalo disse...

OPS! ESTE SONETO É TEU? FIQUEI ARREPIADINHA! NO BOM SENTIDO, É CLARO! ESTÁ FABULOSO!
1000***********
UM BEIJINHO DA TUA MUMMY.

Isabel Maguiar disse...

rsss é meu é Maezinha, obrigada e bem vinda, há muito que não me visitavas e senti a tua falta.
beijinhos

Braulio Pereira disse...

bom dia Isabel

lindo poema

adorei

beijo dá-me poesia!!

AG disse...

Impecavel o poema!

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