quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Aveiro



Um dia, sim um dia

Deixarei para sempre a ponte

Onde o rio corria

Para além do horizonte...


Um dia, sim um dia

Deixarei para sempre o mar

que do alto de um farol

Se transformou no meu olhar


Um dia, sim um dia

serei feliz com o que tenho

sem as ansias de saudade

a sufocar o meu empenho


Um dia, sim um dia

direi todo o verbo amar

sem ter medo do escuro

ou de no passeio tropeçar...


Um dia, sim um dia

a areia não vai brilhar

como numa noite de encanto

sob uma lua de encantar...


Um dia, talvez um dia

baterás á minha porta

cruzarás o meu caminho

e eu não estarei morta

2 comentários:

Luís disse...

Cidades…

Como flores num Outono castanho
Entre palavras com significados diferentes
Que por vezes não se sente a sua força
Mas que nos levam a dias distantes

Vai acabar esse tempo essa memória
Porque muitos males já nos fizeram
Recomeçamos agora uma nova história
Noutra cidade pela oportunidade que deram

Porque ferir o que se encontra sarado
Porque abrir o que já está enterrado
E juntos vivermos lado a lado

Ventania disse...
Este comentário foi removido pelo autor.

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