quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Três horas




Três horas sem te ver e o meu pranto

de negro me cobre num manto

não há riso, nem choro à alvorada

mas uma dor sofrida e abafada


Recordo de ti o cheiro... o peito

que me soube abrigar num doce jeito

mas, a tua ausência em mim doi tanto

que nem sei se quero este quebranto


Barreiras que constrois numa agonia

do sonho que calas, sem eu falar

tem tão pouca importância a alegria


que em meus olhos vês, mesmo ao chegar?

e, por ti que desfaleço em cada dia

Não sabes que doi muito assim amar?

1 comentário:

Luís disse...

Poemas lindissimos, outra coisa não seria de esperar, e fotos muito bem escolhidas rsss ...bjs

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