quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Ao vento




22 de Outubro de 2007


Quando o vento sopra forte
E de ti me afasta
como eu me perco
em quimeras vazias
em miragens de deserto
Mas quando muda de direcção
e te encontro novamente
regenero, ganho asas
fico, então tão perto
de somar Amor com a Razão
Queria que um dia
tivesse um sentido
Do vento
Nossas almas abrigar
Num encontro
Em que não ficasse perdido
O melhor dos dois
e fosse possível só Amar

1 comentário:

Luís disse...

São momentos de vida, palavras sem fim e mar revoltosos misturados com rejeitados e poemas de outros tempos. Tudo isto feito de nós para nós. Escrever vai-nos na alma, confronto será uma constante, amar vai ser eterno.

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