sexta-feira, 16 de abril de 2010

Meu Filho,


O bebé que tu foste eu já perdi,
Disse-me adeus por entre os dias…
Tão grande essa ternura que vivi,
Não dei pelas mudanças que sofrias.

Olhas-me agora, sério e divertido,
Sabendo muito mais do que ensinei,
Ás vezes magoado e sentido,
Da forma que jamais imaginei…

És homem, rapazinho, meu menino,
Conheces o silêncio e a solidão,
Que te fará Senhor do teu destino.

Corpinho de haste que o vento leva,
Num espírito forte, em crescimento,
Que a luz te guie sempre houver treva!

3 comentários:

LP disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Maria Inês Teixeira de Queiroz Aguiar Marçalo disse...

QUE BOM TERES ESCRITO ESTE SONETO PARA LERES AO GONÇALO!
E QUE LINDO É!
BEIJINHOS A TODOS, MAS HOJE UM ESPECIAL AO GONÇALO!
MÃE E AVÓ.

Maria Inês Teixeira de Queiroz Aguiar Marçalo disse...

Voltei a ler; é uma delícia!
Beijinhos da mãe e avó.

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