quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Ao meu Filho (G)


Doce filho de um Amor profundo,
do teu olhar faço os meus olhos,
por ti limpo a vida dos escolhos
e tu tornas mais lindo o nosso mundo!

Em ti tudo ganha alma nova
e, nas tuas perguntas de criança
sempre o claro canto de lembrança,
de que verdade é, não se renova...

Justo é o caminho em que me guias
onde quem educa é educado...
Brincas! E tudo é certo e verdadeiro!

És o sorriso de todos os dias!
Mesmo que, por vezes, muito cansado,
Irradia, por ti, o mundo inteiro!

1 comentário:

Rui disse...

Tenho comigo um problema antigo...
não sou capaz de comentar poemas!
Se gosto leio, se não gosto do que me dizem e me fazem sentir... não leio.
Li até aqui e tenciono ler o que não li ainda mas não vou muito provavelmente ... comentar.. Vou ler apenas! Não me leve(s) a mal.
Irei sentindo a "minha verdade" no que fores escrevendo.
Aliás, quero ler em sentido inverso.. desde início.
Se não tivesse gostado não teria lido.
Obrigado pela tua escrita e por seguires os "disparates" que espalho no meu In-provavel!
Vou indo e hei-de ir indo a voltar!
Saudações:
Rui V.

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