domingo, 29 de novembro de 2009

Desespero


Não existe luz no horizonte
Não há absolutamente nada
Minha alma morre acorrentada
Pelo espaço ermo do monte

Respirando a humidade abafante
De um sonho que foi já condenado
É ferida pungente, palpitante
trapo velho frio e acabado

Eu já percorri todos os caminhos
Rasguei os pés em todos os espinhos
bebi veneno de todos os vinhos

Tenho o meu rosto por linhas marcado
De todos os erros do meu passado
Morre agora fantasma amordaçado!

2 comentários:

Maria Inês Teixeira de Queiroz Aguiar Marçalo disse...

CRUZES, CANHOTO!
ESTE ESTÁ FORTE!!!!!!!!!!!!!!!!
5* DO PONTO DE VISTA LITERÁRIO.
MUITOS JINHOS DA TUA MUMMY.

Ventania disse...
Este comentário foi removido pelo autor.

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