
Da luz dos teus olhos fiz a minha escora
E por eles trabalhei, sem sentir a demora,
Que o tempo passado, nos teus braços ficou
Parada a alma que meu corpo enlutou
Da tua estrada fiz o meu caminho
Da luta diária…
Um murmurar constante… baixinho
De longe…
Apressei o meu tempo, engoli as manhãs
O sonho…
A ti retornar, mas são só esperanças vãs…
Pela engenhosa luz que dos teus olhos via
Suplico a magia que no meu coração sufoque
A melodia da encantada flauta que por ti sorria
Vinda de uma noite maior que o próprio dia
Nada há de mais triste, qual real sina de morte
Da minha alma que cantava, enquanto a tua adormecia.
Sem comentários:
Enviar um comentário